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Este blog surgiu em mente pra q eu pudesse colocar meus Pensamentos, textos q considero interessante de vários autores e também de meus desabafos. Aos poucos estou tentando evoluir espiritualmente e desejo no momento postar tudo o q eu acredito q possa me ajudar a ser uma pessoa melhor e também ajudar a quem se interessar pelo assunto; assunto esse q está muito melhor colocado em outros blogs e no mundo virtual. Mas esse blog é para meu crescimento.Nele será postado coisas q estão me ajudando. N pretendo apagar outros posts colocados aqui, tudo q aqui está representa a EVOLUÇÃO, e tudo o q escrevi antes faz parte dela. E continuarei postando meus desabafos e textos sem sentido, porque pra evoluir também é necessário q deixemos sair de nós nossos sentimentos inferiores, colocarmos em pauta e depois analisar, pra poder melhorar. SEJAM BEM VINDOS

sexta-feira, 23 de março de 2012

ENTENDA COMO QUISER


Outro dia encontrei um texto escrevi, sei lá, em mil novecentos e noventa e alguma coisa. Relendo-a, ficou nítido que foi motivada por um rancor cortante que acompanha o desmoronamento do castelo de tentativas malfadadas que, juntas, muitos chamam de “relação”. E que quando acaba é um alívio, frustante, mas um alívio.
O envolvimento aconteceu por um erro absolutamente vulgar: o desejo de fazer com que tudo saia como queremos, vá pra onde guiamos. “O que você pensa possuir é o que te possui.” Frase vaga mas não menos realista por isso. Não há nada de errado com o óbvio – só é penoso vê-lo, mas, cedo ou tarde, paramos de tentar encaixar o redondo no oval. Seja por inteligência ou por puro cansaço.
Errar é um porre. O maior deles, talvez. Mas é uma das únicas maneiras para aprender de vez que não se deve enfiar o dedo na tomada, misturar destilados com fermentados, nem trair sem esperar que mudanças aconteçam. Alguns têm a sorte de o trem não descarrilar por causa de um capricho idiota (paixão temporária, imaturidade, chame como quiser). Outros, menos afortunados, vão parar em estações completamente diferentes, longe de tudo e bem pertinho do lugar para onde eles próprios têm vontade de se mandar quando notam a besteira feita, quando a nova paisagem perde a “magia”. Eu cheguei, apesar dos problemas no percurso, ao lugar que sonhei. E daqui não pretendo sair, por mais excitante que pareça a cidade vizinha, porque existe algo nela que sou incapaz de mudar: lá, eu nunca estarei em casa.
“Nunca me contentei com nada. De certa forma, a constante vontade de tudo era motivo de orgulho – me tornava especial, inquietante. Até o instante em que vi que algumas coisas simplesmente não valem a pena.
Não por serem pecaminosas nem por pertencerem ao terreno minado da moralidade.
Nem sequer se relacionam com consciência ou motivação menos racional.
Nem por serem tristes ou cômicas.
Não é isso.
Apenas, essas coisas são grandes e atraentes pastéis recheados de vento. ‘Como vai você?’ oferecido em esquinas barulhentas.
Não sei quantas vezes errei por achar que esperar era estupidez. Paciência confundida com covardia. Ação era o que importava – e eu sempre conseguia, no final, o prêmio pela empreitada. Mesmo não fazendo idéia de sua utilidade.
E por isso joguei pessoas no lixo.
Traí.
Menti.
E mesmo assim agradecia aos céus por ser tão espontânea, passional. Hoje, agradeço por ter aprendido que rogar atenção a quem não se importa não vale a pena.
Ou pedir amor.
Exigir amizade.
Tomar porre de pinga ruim.
Discutir com ignorantes.
Paciência é a maior virtude, agora sei. Ainda bem que a tive para perceber que seu lugar é mesmo do outro lado da rua, com outras pessoas. O bom senso me devolveu a paz que quase perdi por recear aceitar que minha felicidade está na calma e não na sua cama.
Sua infância mal ultrapassada.
Seu armário trancado demais.
A falta de palavras.
O excesso de ausência. Tudo minou até a minha incrível capacidade de persistir: não dá pra apostar o futuro numa mesa em que o maior prêmio é um orgasmo e um beijo na testa.
Pra mim, você simplesmente não vale a pena.”
Ailin (M.M)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Meus amores perfeitos.

Cada vez que um cachorro novo entra na minha vida, ele me abençoa com um pedaço do coração dele. Se eu viver uma vida bem longa, com sorte, todas as partes do meu coração serão de cachorro, então eu me tornarei tão generoso e cheio de amor como eles.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Alzheimer e mediunidade



- É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção (primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos, estimulantes como a cafeína e outros etc. Mas, quem garante que nosso estilo de vida vai mudar? Então, quanto tempo o organismo suportará antes de começar a degenerar? É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?

Gatilhos que costumam desencadear o processo:

Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.

Alzheimer e mediunidade
- No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos. Chegam a transmitirem o que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações.
Esta condição fluídica permite que acessem com facilidade o filme das vidas passadas (bem mais a última) - muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última existência e nos relatam o que 'fizemos' juntos, caso tenhamos vivido próximos na última existência. Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris.

Obsessão
- É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam vulneráveis às vinganças e retaliações. É raro que bons tarefeiros a serviço do Cristo transformem-se em Alzheimer. Mas, quem é ou quais são os alvos do processo obsessivo? O doente ou a família?

Os cuidadores
- Mesmo com medo de ter que 'cuidar de uma antiga criança mal educada' como se tornam os portadores dessa doença; ela não deixa de ser uma oportunidade ímpar de desenvolvermos qualidades espirituais a 'toque de caixa'. Feliz de quem encara essa tarefa sem dia sem noite, sem férias. Pena que algumas pessoas não sejam capazes de suportar tal tarefa com calma - Quem se arrisca a encarar com bom humor e realizar o que for possível ajudando a esse irmão? Serão os cuidadores vítimas ou felizardos? O que isso tem a ver com o passado? Cada qual que decida...
Quantos cuidadores se tornarão doentes?
- Alerta: 'Cuidadores' costumam não aprender nada e, repetem a lição para os outros, tornam-se ferramentas de aprendizado.
O que é possível aprender como cuidador?  Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência, capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.

O problema da obsessão
Quem obsidia quem? Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro - não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram.
Não foi possível? - não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas 'crises de mediunidade': você fez isso ou aquilo, agora vai ver! - preste muita atenção em tudo que o doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o passado e o presente.
Quem ganha e quem perde a briga? O doente parece estar em situação desfavorável, pois aparentemente perdeu a capacidade de arquitetar, decidir - mas, quem sabe ele abriu mão disso, para tornar-se simples instrumento de outros desencarnados que estão em melhores condições de azucrinar a vida do inimigo (alianças e conchavos) - Quem sabe?

Remédios resolvem?

- Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se, possível fosse - pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo tempo.
Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo; pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a peneira.

Remédios previnem?
- Claro que não - apenas adiam o inexorável. 

A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito que se torna solitário por opção.

Qual a vacina?
Desde que saibamos separar a vacina ativa da passiva.
 O ato de nos vacinarmos contra a doença de Alzheimer é o de estudar as características de personalidade, caráter e comportamento dos que a vivenciam, para que não as repitamos.
A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da inteligência, da criatividade e a prática da caridade. Seguir ao pé da letra o recado que nos deixou o Espírito da Verdade:
 'Amai-vos e instruí-vos'.
Quer evitar tornar-se um Alzheimer?

Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a caridade com muito esforço e inteligência.

Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo que promete nos visitar cada dia mais precocemente, além das dúvidas que levantamos esperamos que os interessados não se furtem ao saudável debate.

Artigo.: Alzheimer: É Possível Evitar



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nada de mais, só desabafos.



Sempre às vezes sou o que não sou para me encontrar com amigos inexistentes. Pra falar calado na imaginação o que é necessário dizer sem precisar ser dito e cometer ações inexplicáveis explicando sem ser cometidas, sem sentimento de culpa e me culpando por ser o que não sou..

 Por ter amigos que não existem. Por falar o que é necessário dizer e não precisa ser dito. Por cometer ações inexplicáveis, mas explicando sem ser cometidas e por não me sentir culpado, mas me culpando.
Na solidão de um quarto , deixando transparecer no rosto, uma gotícula líquida a qual chamamos de lágrima. Na mente, tentando conversar com a alma, surgem flashes.
 Num lugar bem distante onde os olhos não alcançam, surgem reflexos iluminados, os quais denominamos luz. O caminho não se sabe onde fica.
 A luz não é capaz de deixar claro, talvez por estar longe de qualquer força.
(M.M)


domingo, 17 de julho de 2011

HOMEM BUNDÃO



Hoje admito q estou baixando o padrão vibratório, mas estou com sapos engasgados e enquanto não"vomitar" o q penso sobre HOMEM BUNDÃO,  não vou conseguir erguer o padrão vibratório e vou ficar remoendo esse assunto.


Vamos lá, vamos ser sinceras, vamos falar sobre a incrível mudança que NÓS PROCURAMOS.

Passamos as  últimas décadas lutando para que os moços sejam menos machistas, lavem louça sem reclamar, saiam das fraldas e larguem do nosso pé.  Lutamos e conquistamos um monte de coisas. Mas foi quando colocamos o sexo masculino no cabresto que todos nossos problemas… mudaram

Trabalhamos até 11 horas por dia, encaramos maratonas de reuniões e compromissos lotados de gente chata , fazemos compras de supermercado na hora de almoço, trocamos o óleo do carro, cuidamos dos nossos bichinhos de estimação(isso pra não falar de quem tem filhos, que n é meu caso) e ficamos cansadas feito um camelo velho. Depois dessa suave rotina,  tudo o que NÃO PRECISO  é um SER Q SE DIZ HOMEM   recorra a mim para saber a cor da cueca que vai comprar, o que vamos fazer no final de semana  ou se pode beber com os amigos.

Estou certa que perdemos a mão no processo de domesticação masculina.

Preciso de um homem que não tenha aberto mão da "INFLUÊNCIA" da sua testosterona e compre só cueca branca porque é mais fácil. Que seja pró-ativo o suficiente para programar um final de semana que me surpreenda, mesmo que nem sempre seja uma surpresa tão boa assim (não dá para acertar todas). Um homem que beba com os amigos e volte pra casa meio torto porque, oras, por que ele não sairia?! Preciso de um macho que beije meu pescoço, lamba minha orelha e me convença a transar mesmo quando dou demonstrações de desânimo total. Um homem, enfim, não um garoto criado pela avó com medinho de tomar bronca.

Homem bundão não dá pra encarar,e homem bundão é aquela COISA que na hora de se posicionar não resolve nada, na hora de brigar chora,que quando a gente termina fica rastejando, ou quando ELE quer terminar, em vez de enfrentar, o que faz? foge, some, vira pó. Não dá notícia, se esconde feito rato.
Não tem coragem de olhar pra uma mulher inteligente e dizer que não suporta conviver com tantas qualidades, que se sente inferior, OU que simplesmente NÃO A AMA MAIS PORRA, ou que nunca amou, que errou, que não quer mais,QUE ACABOU mas se mantém ao lado pra ouvir o que ela tem a dizer, aguenta firme, porque as mulheres de hoje não saem chorando e tremendo quando um homem diz q não a ama mais e eles sacaram isso e se tornaram bundões ,verdadeiros   pastéis recheados de vento. 
 Ai, tenha dó, que eu quero esse bundão longe de mim. Se um homem não me  me amar pelas minhas fraquezas e não me ajudar nos meus medos e não quiser crescer comigo, não serve nem pra colega o que dirá pai dos filhos

  O bundão não está muito interessado em evoluir. Se ele ficar ali, no fundamental, está de bom tamanho. Ele quer manter a mediocridade.Se passa por macho da casa para os "amigos" e fica feliz.


Eu sonho com muitos homens. Pena que eles não existem.
E a esses bundões só tenho uma coisa a dizer:
Desculpa, amor, sou inteligente. Se isso for demais pra vc o que não falta é gente burra e simples no mundo. Pessoas "incríveis" para deixar você bem à vontade pra ser um BOSTA e ela nem perceber.


Ai....Fui!!!!

Ciúmes do passado



Ciúmes do passado

Não há casal no mundo que não discuta o ciúme, que não vivencie o ciúme. Uns levam o assunto com tranqüilidade, sentem ciúmes civilizados, que não tumultuam a relação. E outros são atormentados por esta praga, não podem olhar para os lados que o parceiro já fica de antena ligada. Uma chateação cotidiana.

Isso é cuidar do relacionamento? Isso é prova de amor? De certo modo, sim, é um zelo, um carinho – desde que as proporções sejam razoáveis. Você não quer perder seu amor para outra pessoa, então fica de olho. Não dá pra dizer que é uma insanidade, você está apenas reafirmando a posse do que julga ser seu.

A sensatez vai pras cucuias quando o ciúme não está mais relacionado ao presente, e sim ao passado de quem você ama, um passado que não foi compartilhado, um passado que você não conhece, ou um erro durante o relacionamento, mas que vc disse que perdoou, foi superado, portanto.

Mas uma garota não quer saber de sensatez quando sente uma dor profunda ao ver, por exemplo, fotos do namorado cinco anos atrás, feliz da vida ao lado de amigos e amigas que ela não conhece. Ela sente ciúme dos discos que foram comprados antes da relação começar, sente ciúmes dos presentes que foram recebidos antes, sente ciúmes de roupas que foram compradas sem a opinião dela, sente ciúmes das alegrias que foram vividas bem longe da sua presença. Como você pode acreditar quando ele diz que não consegue se imaginar sendo feliz sem você, se cinco anos atrás ele estava passando férias em Trancoso com um sorriso de orelha a orelha? Algumas pessoas não colocam os pés em lugares onde seu amor foi feliz na companhia de outros. Se ele foi feliz em Trancoso, que Trancoso arda em chamas!

Já não é ciúmes o nome disso. Já nem mesmo é amor. Isso é tortura, se torturar e torturar quem vc  DIZ q ama.

(M.M)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

"Pai, começa o começo!".



Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - "pai, começa o começo!". O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, "começar o começo" de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas "tangerinas" são outras. Preciso "descascar" as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis...
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para "começar o começo" era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
"Pai, começa o começo!". Ele não só "começará o começo", mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: "Pai, começa o começo!".(Anônimo)